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Year

2018

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Contrate um professor só para si

O curso vocacionado de fotografia é uma oportunidade para o formando contratar um fotógrafo com experiência e créditos firmados nas diversas disciplinas da fotografia, mas também no ensino e na formação desta disciplina. Um bom fotógrafo não é por inerência um bom formador.

Descrição do curso:

Ao longo de quatro horas, uma manhã ou uma tarde, o fotógrafo irá avaliar as dificuldades do formando e em tempo útil e situações reais corrigi-las por meio de exemplos e dicas práticas. Se durante o curso o formando achar que seria proveitoso aproveitar mais duas ou quatro horas, pode fazê-lo, manifestando isso mesmo ao formador

São ministrados ao formando algumas dicas e métodos relacionados com a exposição, enquadramento e composição, bem como relacionados com questões posturais e simplificação de processos. Tudo para ajudar o formando a fazer mais, mais simples e em menos tempo.

São também abordadas questões relacionadas com luz, as suas propriedades e a forma como a câmara faz a sua leitura. E, por meio de exemplos práticos é explicado ao formando de diversas formas a maneira como a luz pode ou não influenciar e pela positiva ou negativa todas e cada uma das imagens que se produzem.

Ao longo deste curso também se explica ao formando como conseguir um pre-set de base para a sua câmara e quais os parâmetros em que deve ir fazendo ajustamentos.

Preço do Curso:

4 horas - 60,00 €

6 horas – 70,00 €

8 horas – 80,00€

Para mais informação contacte academia@ruicampos.net

Museu do Côa

O Museu do Côa começou a ser pensado logo desde os primeiros dias da polémica do Côa em 1995. Mas será só após a classificação da Arte do Côa como Património Mundial, que o governo português se compromete com a construção de um grande museu de sítio. Fonte: Direção Geral do Património Cultural

Saiba mais em: www.arte-coa.pt/

Workshop de composição

Este curso tem um custo de 35 euros e está limitado a 6 inscições.

Será ministrado numa manhã ou numa tarde de fim de semana ou feriado a definir posteriormente, depois de inscritas o número mínimo de pessoas (quatro)

Mais informações em academia@ruicampos.net

Mário Rita, Ilustrações

Galeria do Museu Regional da Guarda, 02 | fevereiro | 2018

Restaurante Simple - Guarda

Exposição Permanente

CyPho - Long Term Project

A esmagadora maioria das vezes que viajei, não o fiz escravo de horários além do estritamente necessário. O meu hobby, o meu escape, o meu refúgio e a minha sanidade mental estão assentes na fotografia, e fui felizmente abençoado cim a clarividência para entender o tempo que esta exige até devolver. Aprendi todo o mundo que pude conhecer a dedicar-me a uma atividade que me obriga a olhar e ver a vida e os seus aspectos que porventura passarão despercebidos ao comum dos mortais. Só assim pude ser capaz de regressar com registos diferenciados e diferenciadores daqueles considerados “obrigatórios” de trazer ao regressarmos de um qualquer destino.

Sempre que viajei procurei evitar os lugares turísticos. E mesmo nos lugares com pouca aptidão para o turismo procurei evitar os pontos icónicos. Não que fugisse deles, mas deixava-os sempre para o fim, e se sobrasse tempo para eles, aí sim, dedicava tempo a praxes fotográficas.

Quando comecei a viajar de bicicleta decidi que antes de o fazer para qualquer outro lugar o deveria fazer dentro deste Portugal que tanto amo e tão bem e tão mal conheço. Bem no sentido de que conheço as suas estradas, as ligações, ss distâncias, as localizações geográficas e, imagine-se, até algumas pessoas um pouco por todo o lado. Mal no sentido em que nunca me demorei muito tempo num mesmo lugar e o mais que conheço de todas as cidades sao alguns monumentos (os tais que que evito em lazer) e muitos escritórios, gabinetes e zonas industriais. Não conheço os povos, não provei o sabor da Portugalidade, aquela Portugalidade que nos é tão familiar e tao estranha em simultâneo. Este Portugal é um verdadeiro mistério para mim salvo algumas excepções pontuais.

Viajar de bicicleta permite-me não ter pressa, demorar-me em todo e qualquer lugar que me pareça conveniente. Viajar de bicicleta permite-me levar comigo todos os sentidos.

Viajar de bicicleta permite-me entender a enormidade de coisas supérfluas que me rodeiam, reduzir-me ao essencial e experiementar um outro tipo de felicidade. Aquela que se sente apenas quando nos atiramos de cabeca para fora da nossa zona de conforto, nos pomos á prova, suportamos a dor e regressamos ao enfadonho Mundo sem nada despojados por completo, mas de coração cheio.

Depois a fotografia. Omnipresente, vital, obrigatória. Por mero egoismo, por mero regozijo pessoal. Por todas as outras razões que já me conhecem.

CyPho é isto. Mas não é um “isto” desprovido de conteúdo ou significado. É um “isto” que é também muito mais. Para já é também uma exposição de fotografia. Uma mera exposição para quem quiser estar debaixo de um teto e rodeado de paredes em mera circunstância a apreciar fragmentos de Tempo pendurados em paredes frias e verticais. Mas para os que ousarem sonhar, despir-se de preconceitos, derrubar as paredes fisicas e ousar deixar que o Sol atravesse esse teto e ensaiar algum pensamento abstrato, esta exposição é um convite. Um convite á aventura, á descoberta, ao sonho, á simplificação, á felicidade, ao conhecimento, ao amor.

CyPho é isto. Mas não é um “isto” desprovido de conteúdo ou significado. É um “isto” que é também muito mais. Para já é também uma exposição de fotografia. Uma mera exposição para quem quiser estar debaixo de um teto e rodeado de paredes em mera circunstância a apreciar fragmentos de Tempo pendurados em paredes frias e verticais. Mas para os que ousarem sonhar, despir-se de preconceitos, derrubar as paredes fisicas e ousar deixar que o Sol atravesse esse teto e ensaiar algum pensamento abstrato, esta exposição é um convite. Um convite á aventura, á descoberta, ao sonho, á simplificação, á felicidade, ao conhecimento, ao amor.

Seria tão, mas tão facil preocupar-me apenas com os Destinos (sim, com maiúscula). Mas é tão enriquecedor preocuparmo-nos com tudo o que está pelo meio e regressar ao início antes de chegar ao fim.

Rui Campos

Dada a vastidão dos conteúdos deste projeto, e porque seria impossível apresentar o desenrolar deste projeto neste site, foi vcriado um blogue especificamente para o efeito que podem acompanhar aqui:

cypho-project.tumblr.com/

Museu do Côa

O Museu do Côa começou a ser pensado logo desde os primeiros dias da polémica do Côa em 1995. Mas será só após a classificação da Arte do Côa como Património Mundial, que o governo português se compromete com a construção de um grande museu de sítio. Fonte: Direção Geral do Património Cultural

Saiba mais em: www.arte-coa.pt/

Oficina de Fotografia de Autor

Início: - 09 Fev - 21:00 - 23:30 Brainstorm e apresentação de sugestões de trabalho. | 13 Fev (Julgamento e Morte do Galo do Entrudo) - Recoha de Imagem de acordo com propostas apresentadas no dia 9. | 16 Fev - 21:00 - 23:30 - Revisão dos trabalhos recolhidos e avaliação dos objetivos cumpridos

Preço do Curso: 50,00€

Informações: academia@ruicampos.net

Museu do Côa

O Museu do Côa começou a ser pensado logo desde os primeiros dias da polémica do Côa em 1995. Mas será só após a classificação da Arte do Côa como Património Mundial, que o governo português se compromete com a construção de um grande museu de sítio. Fonte: Direção Geral do Património Cultural

Saiba mais em: www.arte-coa.pt/

Workshop Fotografia Viagem

Este curso tem um custo de 40 euros e está limitado a 6 inscições.

Será ministrado numa manhã ou numa tarde de fim de semana ou feriado a definir posteriormente, depois de inscritas o número mínimo de pessoas (quatro)

Mais informações em academia@ruicampos.net

Catálogo SIAC 2

Quando o Dr. João Mendes Rosa me encomendou este trabalho, eu estava longe de saber que esta imagem que fiz do "Altium - João Cutileiro" iria figurar catálogo do SIAC 2 (Simpósio Internacional de Arte Contemporânea).

Foi uma agradável surpresa ver o meu nome ligado, ainda que de forma indireta, ao SIAC.

A imagem original está aqui: ruicampos.net/albums/indefi...

Museu do Côa

O Museu do Côa começou a ser pensado logo desde os primeiros dias da polémica do Côa em 1995. Mas será só após a classificação da Arte do Côa como Património Mundial, que o governo português se compromete com a construção de um grande museu de sítio. Fonte: Direção Geral do Património Cultural

Saiba mais em: www.arte-coa.pt/

Pedro Figueiredo, Escultor.

Não é que o artista despreze a obra depois de a conseguir. Este precisa de se libertar dela para dar continuidade ao processo criativo. Em simultâneo precisa de a revisitar também para sobreviver, mantendo a sua própria identidade.

Este é o mais simples, coerente e honesto retrato que me ocorreria fazer de um grande artista e em simultâneo de um amigo de infância.

A ti, Pê. ( pedrofigueiredo.pt /) O meu retrato de ti com toda a admiração que tenho pelo teu trabalho.

Um abraço

Finissage Salão de Outono "Aberto para Obras", 25 Jan 2017 Museu da Guarda