Exposições

Year

2018

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Quando alguém se dá ao trabalho de sair de casa para ir apreciar o trabalho artístico de outra pessoa, vai sempre à procura de algo, não sabe muito bem o quê, mas que é certo é que encontra. Considero por isso as exposições uma importante forma de divulgação do trabalho artístico.

"eThOs" - Viseu

eThOs é uma exposição itinerante, se desejar cotações para ela contacte-me através do email ruicampos@ruicampos.net

27/01/2017 - Que Viso Eu - Viseu

27/01/2017 - Aldeia Douro - Vila Nova de Foz Côa

Aceda ao catálogo desta exposição aqui:

ruicampos.net/essays/2018/0...

Dia Internacional dos Museus (2017)

Cartaz da Exposição (2017) Dizer o indizível em Museologia, as Histórias Mais controversas.

Reflexão: Porque é que os regimes tendem a menosprezar a arte e a cultura, mas recorrem invariavelmente a estes argumentos nos momentos ém que é preciso implementar novos poderes?

Autoria: Rui Campos

Restaurante Simple - Guarda

Exposição Permanente

"eThOs" - Vila Nova de Foz Côa

27/01/2017 - Aldeia Douro - Vila Nova de Foz Côa

Aceda ao catálogo desta exposição aqui:

ruicampos.net/essays/2018/0...

Nossa Senhora do Campo

Exposição permanente no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Ranhados, Mêda, Inaugurada em 17/04/2017

"A Identidade de Um Povo não se concretiza apenas nas suas crenças, nas suas manifestações culturais e religiosas. A identidade de um povo também se materializa na forma como este faz valer as suas convicções e nas difíceis lutas para manter vivos os aspectos que lhe são naturais.

Conheci recentemente a Romaria à Nossa Senhora do Campo e desde então não parei de a divulgar por a considerar única, identitária e genuína.

Deve por isso perdurar a todo o custo. "

Rui Campos

"Mundo ao Contrário"

O princípio da Câmera Obscura. Oficina para crianças em idade pré-escolar e escolar.

Festival Literário Infantil Vila Nova de Foz Côa, 2017

Podes acessar a uma pequeno vídeo da actividade no link em baixo: www.youtube.com/watch?v=4rN...

"O Poio"

Colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa à qual cedi videografia recolhida por mim acerca das pedreiras do Poio, em Vila Nova de Foz Côa.

Podem apreciar as filmagens aqui:

www.youtube.com/watch?v=nbl...

"Projecto_LXV"

LXV é uma exposição itinerante, se desejar cotações para ela contacte-me através do email ruicampos@ruicampos.net

Vila Nova de Foz Côa, 07/07/2017

Aceda ao catálogo desta exposição aqui: ruicampos.net/essays/2018/0...

#Projecto_Referentes

Apresentação do Projeto à comunidade fozcoense, 07/07/2017

Saiba tudo acerca deste Projecto no Menu "Mais Rui Campos", no topo do site.

Pode aceder ao catálogo aqui: ruicampos.net/essays/2018/0...

"Touça - Terra de Encantos e Afectos"

Exposição permanente no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Touça, Vila Nova de Foz Côa - Inaugurada em 20/08/2017

"Fé"

"Fé" é um excerto do "Projecto_LXV" constituído apenas por fotografias actuais que esteve patente no Restaurante Aldeia douro, em Vila Nova de Foz Côa, nos meses de Setembro (2017) a Janeiro (2018).

Cerne

CERNE é uma proposta visual para a cidade da Guarda diferente de tudo aquilo que nos temos habituado a ver.

Está em fase de produção e sem data ou lugar marcados para a inauguração. Mas será apresentada ao público em 2018.

Produção: Rui Campos e Susana Pires | Autoria: Rui Campos | Ideia Original: Rui Campos

Cubismo

Cubismo é uma proposta interpretativa sobre a Linha do Horizonte do Alto Douro Vinhateiro.

CyPho - Long Term Project

A esmagadora maioria das vezes que viajei, não o fiz escravo de horários além do estritamente necessário. O meu hobby, o meu escape, o meu refúgio e a minha sanidade mental estão assentes na fotografia, e fui felizmente abençoado cim a clarividência para entender o tempo que esta exige até devolver. Aprendi todo o mundo que pude conhecer a dedicar-me a uma atividade que me obriga a olhar e ver a vida e os seus aspectos que porventura passarão despercebidos ao comum dos mortais. Só assim pude ser capaz de regressar com registos diferenciados e diferenciadores daqueles considerados “obrigatórios” de trazer ao regressarmos de um qualquer destino.

Sempre que viajei procurei evitar os lugares turísticos. E mesmo nos lugares com pouca aptidão para o turismo procurei evitar os pontos icónicos. Não que fugisse deles, mas deixava-os sempre para o fim, e se sobrasse tempo para eles, aí sim, dedicava tempo a praxes fotográficas.

Quando comecei a viajar de bicicleta decidi que antes de o fazer para qualquer outro lugar o deveria fazer dentro deste Portugal que tanto amo e tão bem e tão mal conheço. Bem no sentido de que conheço as suas estradas, as ligações, ss distâncias, as localizações geográficas e, imagine-se, até algumas pessoas um pouco por todo o lado. Mal no sentido em que nunca me demorei muito tempo num mesmo lugar e o mais que conheço de todas as cidades sao alguns monumentos (os tais que que evito em lazer) e muitos escritórios, gabinetes e zonas industriais. Não conheço os povos, não provei o sabor da Portugalidade, aquela Portugalidade que nos é tão familiar e tao estranha em simultâneo. Este Portugal é um verdadeiro mistério para mim salvo algumas excepções pontuais.

Viajar de bicicleta permite-me não ter pressa, demorar-me em todo e qualquer lugar que me pareça conveniente. Viajar de bicicleta permite-me levar comigo todos os sentidos.

Viajar de bicicleta permite-me entender a enormidade de coisas supérfluas que me rodeiam, reduzir-me ao essencial e experiementar um outro tipo de felicidade. Aquela que se sente apenas quando nos atiramos de cabeca para fora da nossa zona de conforto, nos pomos á prova, suportamos a dor e regressamos ao enfadonho Mundo sem nada despojados por completo, mas de coração cheio.

Depois a fotografia. Omnipresente, vital, obrigatória. Por mero egoismo, por mero regozijo pessoal. Por todas as outras razões que já me conhecem.

CyPho é isto. Mas não é um “isto” desprovido de conteúdo ou significado. É um “isto” que é também muito mais. Para já é também uma exposição de fotografia. Uma mera exposição para quem quiser estar debaixo de um teto e rodeado de paredes em mera circunstância a apreciar fragmentos de Tempo pendurados em paredes frias e verticais. Mas para os que ousarem sonhar, despir-se de preconceitos, derrubar as paredes fisicas e ousar deixar que o Sol atravesse esse teto e ensaiar algum pensamento abstrato, esta exposição é um convite. Um convite á aventura, á descoberta, ao sonho, á simplificação, á felicidade, ao conhecimento, ao amor.

CyPho é isto. Mas não é um “isto” desprovido de conteúdo ou significado. É um “isto” que é também muito mais. Para já é também uma exposição de fotografia. Uma mera exposição para quem quiser estar debaixo de um teto e rodeado de paredes em mera circunstância a apreciar fragmentos de Tempo pendurados em paredes frias e verticais. Mas para os que ousarem sonhar, despir-se de preconceitos, derrubar as paredes fisicas e ousar deixar que o Sol atravesse esse teto e ensaiar algum pensamento abstrato, esta exposição é um convite. Um convite á aventura, á descoberta, ao sonho, á simplificação, á felicidade, ao conhecimento, ao amor.

Seria tão, mas tão facil preocupar-me apenas com os Destinos (sim, com maiúscula). Mas é tão enriquecedor preocuparmo-nos com tudo o que está pelo meio e regressar ao início antes de chegar ao fim.

Rui Campos

Dada a vastidão dos conteúdos deste projeto, e porque seria impossível apresentar o desenrolar deste projeto neste site, foi vcriado um blogue especificamente para o efeito que podem acompanhar aqui:

cypho-project.tumblr.com/